Eu
Tô
Tão
Pra
Bai
Xô
Que
Nem
Se
Quer
Me
Acho!
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Quanto tempo, o tempo tem?
Tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, tic tac...
domingo, 25 de outubro de 2009
Um dia
Quando cheguei em casa
pensei
voei, mesmo sem ter asas
A natureza me deixou
mais sensível
sem eu dizer onde estou
Mas, eu quis
não sabia como,
daí não fiz
Era eu,
era você
Só não era meu!
E pra saudade?
eu deixo
o compasso dessa idade
Essa idade,
de amor
sem igualdade
Querendo ser a simetria
que mais tarde
viria
Mas, o que eu gostaria
era dizer
que eu tô curtindo o som que você queria!
Dentro do compasso
das suas notas,
no instante de seu passo
Só não vai esquecer
que eu já te vi
ao sol de um amanhecer
Com a cara amassada
babada
e esticada
Do desejo
que ainda
eu vejo!
pensei
voei, mesmo sem ter asas
A natureza me deixou
mais sensível
sem eu dizer onde estou
Mas, eu quis
não sabia como,
daí não fiz
Era eu,
era você
Só não era meu!
E pra saudade?
eu deixo
o compasso dessa idade
Essa idade,
de amor
sem igualdade
Querendo ser a simetria
que mais tarde
viria
Mas, o que eu gostaria
era dizer
que eu tô curtindo o som que você queria!
Dentro do compasso
das suas notas,
no instante de seu passo
Só não vai esquecer
que eu já te vi
ao sol de um amanhecer
Com a cara amassada
babada
e esticada
Do desejo
que ainda
eu vejo!
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Meninos e Meninas



Nós sempre ouvimos falar de orfanatos, casas de repouso, hospicio, asilo, mas na maioria das vezes nunca fomos ou nunca imaginamos como é esse lugar de tamanha audacia.
E hoje eu tive o enorme prazer de visitar um orfanato, que lugar cheio de magia era aquele, eu olhava as paredes, os quartos, os brinquedos, os objetos das crianças e me sentia tão, mas tão perto delas que não teria como dizer qual ao certo era o sentimento que me cabia.
A casa se chama Nefesh; palavra transliterada do hebraico que significa entre outros:" sopro da vida", planejada por um casal que sem renda do governo ajudam as crianças por meio de doações. O principal objetivo da casa é abrigar as crianças que sofreram maus tratos pelos pais e parentes, no decorrer da conversa com o dono da casa descubro que uma das crianças antes de ir para o abrigo tinha ficado trancada pelos seus pais durante 20 dias sozinha e sem comer quando os vizinhos descobriram passaram comida pela janela para a criança , e teve um outro caso de um pai ir visitar a sua filha no orfanato e tentar assediar a menina de 2 anos no próprio orfanato chamando a menina de "prostitutazinha"dele e quando relataram isso o pai perdeu de vez a guarda da menina.
Depois de conhecer toda a casa, as sutilezas do ambiente, conheci as crianças e vieram com aqueles enormes sorrisos me cumprimentar, sorrisos que nem cabiam na boca, a minha vontade era de ficar ali por uma eternidade. Além de toda a alegria que as meninas e os meninos passaram tinha também uma identidade magnifica de cada um deles, o Bruno era todo espuleta brincava e conversava como ninguém, a Carol era toda meiga e correta com as coisas não deixava nada fora do lugar, tinha uma outra menina que tinha a base de uns 13 anos e ela era bem séria e inteligente, como fiquei por pouco tempo não pude conhecer todas as crianças porque estavam na escola (todas as crianças são matriculadas nas escolas perto da casa). Na casa tem um menino que é o mais velho de todos e ele é o mais antigo também, tem 15 anos, estuda e já trabalha também e a criança mais nova tem 20 dias de vida, chegou na casa pequeninho.
E o carinho que o casal passava para as crianças era intenso, como o casal não possui filhos ele até brinca:"meus filhos são todos essas crainças que você está vendo". Ele também conta como que é o dia a dia das crianças e elas tem toda uma rotina agitada; acordam de manhã, vão para escola, durante a tarde estudam e recebem atividades recreativas por educadores que vão até a casa prestarem serviços voluntários e o dono também diz que tem um tratamento com a as crianças mais independente fazendo com que cada uma delas tenha responsabilidade e sejam independentes e ele contesta que uma vez uma criança havia peguntado a ele se não daria banho nela porque no outro orfanato o 'fulano de tal fazia isso...', como nem todo orfanato venha a ser um lugar bom essa criança sofreu abuso dentro mesmo do outro orfanato.
Depois de ter conversado com as crianças, com os donos, e deu a hora de ir embora só me restou a vontade de voltar lá o mais rápido possivel! Ficar lá brincando, conversando, trocando informações, ler livros (fizemos isso durante a minha visita) e ficar fazendo o que criança gosta!
São meninos e meninas, quem também gostam de comer chiclete, andar de bicicleta, se sujar na pracinha, jogar bola no campinho mais cheio de lama, correr atrás do cachorro, ter bonecas e carrinhos, ter amiguinhos, chupar chupeta, brincar no trenzinho, fazer casa na árvore, pegar a perua da escola de volta pra casa, comer o granizo da chuva, comer o bolo de chocolate da vó, e que gostam de fazer as mesma coisas que eu fiz... quando era criança.
E hoje eu tive o enorme prazer de visitar um orfanato, que lugar cheio de magia era aquele, eu olhava as paredes, os quartos, os brinquedos, os objetos das crianças e me sentia tão, mas tão perto delas que não teria como dizer qual ao certo era o sentimento que me cabia.
A casa se chama Nefesh; palavra transliterada do hebraico que significa entre outros:" sopro da vida", planejada por um casal que sem renda do governo ajudam as crianças por meio de doações. O principal objetivo da casa é abrigar as crianças que sofreram maus tratos pelos pais e parentes, no decorrer da conversa com o dono da casa descubro que uma das crianças antes de ir para o abrigo tinha ficado trancada pelos seus pais durante 20 dias sozinha e sem comer quando os vizinhos descobriram passaram comida pela janela para a criança , e teve um outro caso de um pai ir visitar a sua filha no orfanato e tentar assediar a menina de 2 anos no próprio orfanato chamando a menina de "prostitutazinha"dele e quando relataram isso o pai perdeu de vez a guarda da menina.
Depois de conhecer toda a casa, as sutilezas do ambiente, conheci as crianças e vieram com aqueles enormes sorrisos me cumprimentar, sorrisos que nem cabiam na boca, a minha vontade era de ficar ali por uma eternidade. Além de toda a alegria que as meninas e os meninos passaram tinha também uma identidade magnifica de cada um deles, o Bruno era todo espuleta brincava e conversava como ninguém, a Carol era toda meiga e correta com as coisas não deixava nada fora do lugar, tinha uma outra menina que tinha a base de uns 13 anos e ela era bem séria e inteligente, como fiquei por pouco tempo não pude conhecer todas as crianças porque estavam na escola (todas as crianças são matriculadas nas escolas perto da casa). Na casa tem um menino que é o mais velho de todos e ele é o mais antigo também, tem 15 anos, estuda e já trabalha também e a criança mais nova tem 20 dias de vida, chegou na casa pequeninho.
E o carinho que o casal passava para as crianças era intenso, como o casal não possui filhos ele até brinca:"meus filhos são todos essas crainças que você está vendo". Ele também conta como que é o dia a dia das crianças e elas tem toda uma rotina agitada; acordam de manhã, vão para escola, durante a tarde estudam e recebem atividades recreativas por educadores que vão até a casa prestarem serviços voluntários e o dono também diz que tem um tratamento com a as crianças mais independente fazendo com que cada uma delas tenha responsabilidade e sejam independentes e ele contesta que uma vez uma criança havia peguntado a ele se não daria banho nela porque no outro orfanato o 'fulano de tal fazia isso...', como nem todo orfanato venha a ser um lugar bom essa criança sofreu abuso dentro mesmo do outro orfanato.
Depois de ter conversado com as crianças, com os donos, e deu a hora de ir embora só me restou a vontade de voltar lá o mais rápido possivel! Ficar lá brincando, conversando, trocando informações, ler livros (fizemos isso durante a minha visita) e ficar fazendo o que criança gosta!
São meninos e meninas, quem também gostam de comer chiclete, andar de bicicleta, se sujar na pracinha, jogar bola no campinho mais cheio de lama, correr atrás do cachorro, ter bonecas e carrinhos, ter amiguinhos, chupar chupeta, brincar no trenzinho, fazer casa na árvore, pegar a perua da escola de volta pra casa, comer o granizo da chuva, comer o bolo de chocolate da vó, e que gostam de fazer as mesma coisas que eu fiz... quando era criança.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
A cor
A cor do azul
parece me deixar
no sul
A cor do Rosa
parece me deixar
mais em uma prosa
A cor do Verde
parece me deixar
contente
A cor do Roxo
parece me deixar
mais ocioso
A cor do Branco
parece me deixar
mais franco
A cor do Laranja
parece me deixar
com mais canja
A cor do Vermelho
parece me deixar
com mais dor no joelho
A cor do Preto
parece me deixar
mais ao avesso
E é assim que eu, pobre passarinho,
vou acordando,
voando fora do ninho!
parece me deixar
no sul
A cor do Rosa
parece me deixar
mais em uma prosa
A cor do Verde
parece me deixar
contente
A cor do Roxo
parece me deixar
mais ocioso
A cor do Branco
parece me deixar
mais franco
A cor do Laranja
parece me deixar
com mais canja
A cor do Vermelho
parece me deixar
com mais dor no joelho
A cor do Preto
parece me deixar
mais ao avesso
E é assim que eu, pobre passarinho,
vou acordando,
voando fora do ninho!
domingo, 19 de julho de 2009
Coisa minha
Sabe... eu detesto tornar esse blog tão individualista e centrista, mas motivos me empurram a fazer isso!
Mas, enfim. Tá aí. Vou dissertar ou simplesmente levar o leitor pra dentro de mim, sugestivo não? talvez.
Durante muito tempo, eu fiquei toda felizarda por estar junto a uma pessoa ou coisa assim. Caramelos, bombom e chocolates faziam o cenário na qual eu chamava de amor até interrogar-me: -Quem foi o leviano que disse que para estar com alguém ou simplesmente amar alguém precisa estar mostrando os dentes encarecidamente? Eu desisto da ideia desse amor. Sei lá. Falar de amor é tão subjetivo. Que também desisto da ideia de falar de amor. Só vou falar de mim mesma, somente.
Tudo parecia estar tão bem comigo até eu perceber que fui uma idiota. Me joguei e esqueçi que assim podia levar um tombo. Exato, levei um puta tombo! Bem feito á pra eu aprender a não balançar tão alto assim.
O amor tem dessas também. Pelo menos comigo. Capotes...
O sexo? ah, sempre foi um dos melhores. O quarto ficava de cabeça pra baixo, cadernos no chão, porta-retratos desfigurados, uma vez quebrou até a corrente que a sua mãe querida lhe dara. Sentia-se no céu a cada orgasmo que tinha. Pena que isso não aconteceu comigo! Quem sabe um dia...
Depois que as palavras foram se esclarecendo, dia após dia, eu não duvidava que estava próxima de um fim! fim de romance! fim...
Enlutei.
Não lembro se chorei, mas acho que sim.
Os dias passavam e eu passava também. Junto comigo. Só. E tentava pensar que amanhã seria diferente. Mas, desculpava a mim mesma e dizia que não dava.
E mais uma vez eu tento mudar de canal e aumentar o volume, mas tá dificili.
A vida passou. Aprendi a correr dentro dessa corrida. Em tornar a situação dramática em simples realidade; aquela dor no peito vai ver que é só um músculo fora de lugar. Ou coisa assim. Vi que era uma pessoa completamente frívola, e vou achando isso a cada dia que se passa mas a situação calha bem!
Agora preciso de muita, mas muita força mesmo... para poder pintar as paredes do meu quarto, elas estão assim...
só com massa corrida...
sem tinta.
Mas, enfim. Tá aí. Vou dissertar ou simplesmente levar o leitor pra dentro de mim, sugestivo não? talvez.
Durante muito tempo, eu fiquei toda felizarda por estar junto a uma pessoa ou coisa assim. Caramelos, bombom e chocolates faziam o cenário na qual eu chamava de amor até interrogar-me: -Quem foi o leviano que disse que para estar com alguém ou simplesmente amar alguém precisa estar mostrando os dentes encarecidamente? Eu desisto da ideia desse amor. Sei lá. Falar de amor é tão subjetivo. Que também desisto da ideia de falar de amor. Só vou falar de mim mesma, somente.
Tudo parecia estar tão bem comigo até eu perceber que fui uma idiota. Me joguei e esqueçi que assim podia levar um tombo. Exato, levei um puta tombo! Bem feito á pra eu aprender a não balançar tão alto assim.
O amor tem dessas também. Pelo menos comigo. Capotes...
O sexo? ah, sempre foi um dos melhores. O quarto ficava de cabeça pra baixo, cadernos no chão, porta-retratos desfigurados, uma vez quebrou até a corrente que a sua mãe querida lhe dara. Sentia-se no céu a cada orgasmo que tinha. Pena que isso não aconteceu comigo! Quem sabe um dia...
Depois que as palavras foram se esclarecendo, dia após dia, eu não duvidava que estava próxima de um fim! fim de romance! fim...
Enlutei.
Não lembro se chorei, mas acho que sim.
Os dias passavam e eu passava também. Junto comigo. Só. E tentava pensar que amanhã seria diferente. Mas, desculpava a mim mesma e dizia que não dava.
E mais uma vez eu tento mudar de canal e aumentar o volume, mas tá dificili.
A vida passou. Aprendi a correr dentro dessa corrida. Em tornar a situação dramática em simples realidade; aquela dor no peito vai ver que é só um músculo fora de lugar. Ou coisa assim. Vi que era uma pessoa completamente frívola, e vou achando isso a cada dia que se passa mas a situação calha bem!
Agora preciso de muita, mas muita força mesmo... para poder pintar as paredes do meu quarto, elas estão assim...
só com massa corrida...
sem tinta.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Concessão
Não olhe para fora
Não espere o sinal fechar
Vá embora!
A vida dele é dura
mas, é vida
que tropeça e fura.
Não deixe o vidro aberto
porque assim,
ele pode chegar mais perto
Talvez ele venha pedir
pra você, não ser o paulistano
do Mário, a fugir
Espere ele vir de mansinho,
pedir pra você
um trocadinho.
Não espere o sinal fechar
Vá embora!
A vida dele é dura
mas, é vida
que tropeça e fura.
Não deixe o vidro aberto
porque assim,
ele pode chegar mais perto
Talvez ele venha pedir
pra você, não ser o paulistano
do Mário, a fugir
Espere ele vir de mansinho,
pedir pra você
um trocadinho.
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